Atualmente, os
empréstimos estão acessíveis à maior parte da população, pelo que muitos não
hesitam na hora de recorrer ao crédito bancário. No entanto, a iliteracia
financeira dos portugueses não permite que as diversas opções disponíveis sejam
bem analisadas, para que, futuramente, o risco de incumprimento seja reduzido.
Quando as taxas
de juro associadas aos créditos começam a subir, com repercussões no valor a
pagar em cada prestação, a comunicação social começa a relatar casos atrás de
casos de pessoas que não conseguem pagar o valor das prestações relativas aos
contratos de dívida celebrados anteriormente.
Nos últimos
anos, as taxas de juro associadas aos empréstimos bateram constantes recordes
negativos, pelo que o valor das prestações era acessível a grande parte da
população portuguesa. No entanto, com um pouco de conhecimento dos ciclos
económicos e uma análise mais refletida do histórico das taxas de juro (que estavam
em valores negativos) facilmente se preveria que, mais tarde ou mais cedo, as
taxas de juro iriam subir e o valor a pagar pelos devedores em cada prestação iria
aumentar.
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