A subida acentuada
dos preços dos bens afeta o poder de compra das famílias, mina a confiança das pessoas
e das empresas e pode trazer estagnação (ou decrescimento) económica. Para
limitar a subida dos preços, os bancos centrais são obrigados a subir as taxas
de juro, pelo que os efeitos da inflação são ainda mais calamitosos.
No entanto, vale
a pena desmistificar as causas da inflação atual. Ao contrário do que se diz
frequentemente, a subida dos preços dos bens não está apenas associada à guerra
que grassa na Ucrânia. Os números provam que nos últimos meses de 2021 (antes
de a guerra ter iniciado) o IPC (índice de Preços no Consumidor) já
ultrapassava os 2%; em janeiro de 2022, em Portugal, o IPC já ultrapassava os
3%.
No fim de
outubro de 2021, já aqui referia a subida dos preços dos bens, especialmente de algumas matérias-primas.
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