A
“destruição criativa”, expressão introduzida pelo economista austríaco Joseph Schumpeter no século XX, representa a essência do
empreendedorismo. À medida que os empreendedores vão alterando as suas formas
de produzir, inovando e deixando para trás técnicas e processos antigos, estão
destruir criativamente.
Num processo de inovação, os empreendedores transferem
recursos de um lado para o outro, uma vez que as atividades mais antigas
deixarão de se produzir (e as pessoas que lá trabalhavam ficam sem emprego),
enquanto as novas formas de produção absorverão a maioria dos recursos
existentes (incluindo os trabalhadores que se conseguirem adaptar).
A destruição criativa permite a inovação e o
desenvolvimento de bens e serviços cada vez mais adaptados às exigências dos
consumidores, pelo que a sua interrupção, deliberada ou não, acarreta
consequências negativas para quem o fizer. É, por isso, importante que as
empresas e os modelos de negócio obsoletos e inviáveis não sejam suportados
artificialmente por interesses irracionais e/ou estranhos.
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